O CAPS, Centro de Atenção Psicossocial realiza comemoração da Páscoa.
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O CAPS, Centro de Atenção Psicossocial realiza comemoração da Páscoa.


"O dia de celebração da Páscoa é o principal dia do calendário litúrgico cristão, pois é nesse dia que se comemora a Ressurreição de Cristo."


17/04/2017
Caps – Centro de Atenção Psicossocial, realizou em Rondon do Pará a comemoração da Páscoa  repleta de amor, paz e harmonia.

Mais uma vez a coordenadora Helena Freire, realizou uma linda homenagem para os usuários e seus familiares, o Prefeito Arnaldo Rocha esteve prestigiando a comemoração, e juntos celebraram o verdadeiro sentido da Páscoa. A Ressurreição de Cristo.

A partir do dia de Páscoa é que todas as outras datas importantes do cristianismo são calculadas (Semana Santa, Quaresma, Quarta-feira de Cinzas etc.). A liturgia cristã, contudo, deriva de elementos da tradição judaica. Para compreender de fato o que vem a ser a Páscoa, é necessário saber o que era a Pessach para os judeus.
 
O termo hebraico Pessach significa “a travessia” ou “passagem” e, tradicionalmente, designa o momento em que o povo hebreu, guiado por Moisés, saiu da escravidão no Egito e atravessou o Mar Vermelho em direção à Terra Prometida. As bases do ritual da páscoa judaica podem ser verificadas no capítulo 12 do livro do Êxodo. O acontecimento da libertação dos hebreus do jugo egípcio ocorreu na época da primavera, de modo que, desde então, em toda primavera sacrificava-se um cordeiro como oferenda ao Deus que os havia libertado.
 
Com o tempo, no início da formação da cristandade, alguns grupos da Igreja Primitiva davam continuidade ao ritual judaico (incluindo o sacrifício do cordeiro), enquanto outros rejeitavam essa prática, pois interpretavam que Cristo era o símbolo do último cordeiro (o cordeiro e filho de Deus), que foi enviado como vítima para a remissão dos pecados e salvação dos homens. Os rituais católicos relacionados com a Páscoa passaram a ser organizados, então, com base em autossacrifício, como o jejum e as penitências da Quaresma. O antigo historiador da Igreja Primitiva, Eusébio de Cesareia, deu testemunho dessa adaptação: